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quarta-feira, junho 01, 2016

Minha viagem a São Paulo

Há uns três anos que penso nessa viagem.
E este ano surgiu a oportunidade.
Sinceramente não sabia o que esperar e ainda não sei o que esperar exatamente.
Confesso que fiquei decepcionada por causa das expectativas que criei.
Expectativas rasoáveis, que qualquer ser humano esperaria, nada impossível.
Cometi um erro, pelo qual ainda hoje choro.
Mas já me perdoei por isso. Já pedi perdão também.
O que mais dói é o julgamento alheio que e cruel. Eu não brinco de ser igreja. Meu relacionamento com Deus não é religioso.
Eu sempre admiti as minhas falhas e admito para com quem eu erro. E ainda confesso com as pessoas mais maduras espiritualmente. Confessei para três pessoas sobre o erro que cometi esses dias.
Pessoas que tem admiração por mim, e pelo qual não me relaciono com hipocrisia.
Trato a todos com misericórdia da melhor maneira possível, mas não sou perfeita e não serei.
Me doeu tanto e não pude chorar na hora e nem depois. Tive que fingir que tudo estava bem.
Precisava estar no meu canto para então poder por pra fora tudo. E voltar a ficar bem. Com graça e pala graça.
Hoje li um texto do qual me identifiquei muito e compartilho:

Quem perde, perde, mas algo ganha.
É necessário aprender a perder, pois na vida, tem coisas que a gente só ganha quando perde. Vínculos que pareciam sólidos, agora são tragados pelo transitório. Aprender a ficar sem graça diante de quem você sempre esteve a vontade. Ter que gastar tempo medindo as palavras quando, antes, elas fluíam livres em base a confiança. É desconcertante ser tomado por tolo, olhado de cima para baixo pela mirada arrogante de quem se julga saber. Aqueles que alegres vistes chegar, hoje os vê, com rapidez, partir. Os que contigo creram, hoje para tua fé reservam um riso misericordioso, os que de perto vistes crescer, hoje as costas, ao longe, as vê. Aos poucos vou entendendo melhor o que Paulo nos disse: " Bem sabes isto, que os que estão na Ásia todos se apartaram de mim". 2 Timóteo 1:15
Ziel O. Machado

Cheguei a conclusão que a maneira como as pessoas me tratam não tem nada haver comigo mas com elas. E não vou ficar mal por isso. Não vou me permitir ficar pra baixo por causa do problema delas.
Eu vim para São Paulo para aprender. Que dura lição, mas que por fim me traga aprendizado e maturidade. Não importa o que você faça, você nunca será bom o suficiente para quem tem problemas consigo mesmo.

Não sei o que o amanhã me reserva.
Mas sei que novas misericórdias haverão.


Inté mais ler,
Anne Araújo

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