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quinta-feira, outubro 02, 2014

Promessas de outrora.

Que então voltemos a acreditar, a crer, a ser, a imaginar, a pensar, a existir. 
Que então no que acreditamos, cremos, imaginamos, pensamos, seja construtivo, benéfico.
Que façamos o bem, para o outro. 
Fazer o bem, fazer o outro sentir-se bem e fazer sorrir é bom, tão bom tão realizador...
Fazemos perguntas, muitas perguntas, porque muitas coisas só entendemos perguntando, não basta tentar, sentir, ouvir, ver, tocar.
Nesses momentos cedemos, damos abrimos mão do que é nosso, mas isso não é perder, é compartilhar. 
Perder a identidade, é perder.
Cuidamos um do outro. 
Conquistamos um ao outro, querendo ou não.
Mas isso abre novos horizontes claros, mais nítidos e outros, que ainda não sabemos como são.
A graça está nisso, pois no meio está a felicidade, está presente nos mais variados e pequenos momentos. 
Perto e longe, tanto faz.
Apenas vamos viver e aproveitar a vida.
Enquanto isso te farei, mas não apenas, sorrir.
Nana, você está se tornando especial.
Sei lá, gosto de anjos, asas etc.
Acredito que tudo tem uma finalidade. 
Acredito que às vezes custamos a perceber. 
Acredito em tanta coisa.

Áttila Molnár
29/04/2008


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