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segunda-feira, abril 01, 2013

Palavras de Afirmação?


Estou prestes a concluir a leitura do livro: As 5 Linguagens do amor de Gary Chapman, gostei muito...embora não concorde apenas com algumas colocações, mas que o fim dá no mesmo... e falando da primeira linguagem do amor, a palavra de afirmação, lembrei de um tempo atras, algo que marcou uma época, na verdade foi a única coisa linda que já ouvi em toda minha "vida" enquanto vivia no mundão, e fiz questão de registrar, um diálogo que na verdade parecia mais um poema, um monólogo escrito para mim de uma pessoa que foi embora e não me disse adeus. (risos)
E não que eu tenha saudades daquele tempo... creio que pra tudo há um propósito, é apenas um rabisco que guardei no meu blog, talvez porque estas palavras me façam bem, naqueles dias mais, solitários, quando lembro venho aqui...
Mas volto em outro post para comentar sobre o livro e recomendo a leitura.


Monólogo:

"Arrependimento remoto! 

Vamos aproveitar! 

Deixar passar é vacilo.
Deixe que passe os carros, motos, etc.
Deixe passar o tempo, o filme mas o que você sente por outra pessoa?
Apenas se esta pessoa conseguir te machucar, te obrigar a recuar, a fugir do que era antes, do que queria sentir ou  ...
Talvez a esta altura, você tenha perdido a noção das coisas. 

Em geral perdemos a noção de muitas coisas.
E pelo que já vi em outras pessoas.
Aprende-se a descarregar energias de forma física e pessoal possível.
Adrenalina pura, esportes radicais.
Quando a gente sente que pode morrer e desafiar a morte.
Pular de bungee em Newis, Nova Zelândia...130mts.
Então à adrenalina vaza.
Mas quero viver aqui, pisar o chão firme, porque sei que adrenalina vicia, assim como você! 

São vícios parecidos.
Uma me dá asas de mentirinha, a outra faz a minha alma voar.
Saltar dá asas e você me faz voar.
Você deveria estar nas prateleiras de remédios. 

Mas quem prestaria atenção?
Nenhum louco o suficiente para admitir que não se vive só.
Me desculpe perguntar...mas...
Qual o seu sabor Nana (Anne)?
O perfume...cítrica, amadeirada?
Irei a tua procura.
Se eu for, não avisarei.
Apenas te encontrarei.
Surpreender-te com uma bomba de carinho...
Eu sou assim, imprevisível.
Ser previsível é coisa de rotina.
Rotina é monotonia, me faz correr, cansa. O cansaço me faz parar.
Parar é chato. Fico querendo mais, nunca igual. Algo sempre diferente.
Assim como saber algo novo sobre você.
Diferente.
Sei lá.
Relatos.
Experiências.
Detalhes.
Curiosidade.
Perguntas.
Etc etc etc.
Eu quero que sejas minha caixa de surpresas.
Livro de histórias.
Relatos pessoais.
Estes são cativantes.

Relatos pessoalmente ouvidos, eu digo. 

Estou bem do seu lado. 

Sempre do lado oposto que você olha.

Eu estive parado.
Cessei minhas fraquezas, pensando que seria melhor, mas não.
Meu corpo está ávido de energias.
Meu coração pede atenção.
Minha mente está querendo se dividir. 

Entre múltiplas tarefas...
No fundo, realmente não sei pra que cargas dágua voltei para cá.
Foi para sofrer.

Para ver se aguentava sozinho.

Sem o apoio de alguém.
Queria provar para mim e para outras pessoas que eu conseguiria.
Cai...
Mas não contei a ninguém.
Cerrei os lábios.

Não é assim que todos fazem?
Olhei para os lados e notei algumas mãos oferecendo apoio e chorei, eu tenho isso?
O que fiz para ganhar a amizade destas pessoas?

Ora, elas me amam?
Será que devo aceitar ajuda?

Devo mostrar-me fraco?
Ou mascar abelha como macho faz?
Mas homens também choram...
Sexo forte, sexo frágil...
Isto não existe.
Forte tem que ser é por dentro.
“Quem conhece aos outros é inteligente, quem se conhece é sábio, quem guia ao outros são fortes e quem guia a si mesmo é invencível.”
Eu achei que guiava a mim mesmo...

Mas notei que preciso de ajuda.
Então conheci você.

Por um mero acaso.

Porque a gente não prevê nada.
A não ser que faça tudo para acontecer. 

Mas aí não é prever.
É coagir com os fatores para fazer acontecer.
Te conheci por mágica. 

Sei lá.No dia anterior olhava para lua...
Você disse: "Logo você encontra alguém por aí, perto.”
É o que você acha?

É como devo ser rotulado também?
Está vendo isto nos meus olhos?

É a segunda vez que você me joga contra a parede.
Eu, humilde, crente que errei, tento explicar.
São mil palavras na minha cabeça, mais ainda no coração e duas mãos e um só teclado para explanar tudo.
Talvez todo o processo de nos conhecermos devesse ter começado assim (?):
“Antes de qualquer coisa me desculpe, qual é o seu nome?
Seus olhos parecem falar, mesmo assim te pergunto.”
É...eu estava desatento, esqueci da sua nuvem por ora.
Esqueci que você também tem, teve e terá problemas.
Fui egoísta?
Dias de tempestades ou de fúria nos podem ocorrer, mas não temos o direito de querer que todos entendam.
Olha, desculpe pelo de hoje.
Desculpe por mais esse.

Ponha na minha conta, se é que tenho.
Não falei por mal.Falei sem pensar.
Imagino às pessoas, vejo seus rostos quando menos esperam. 

Vejo seus olhos.
Não vi os seus por ter sido egoísta.
Admito!
Sou ariano.
Vou colocar a culpa no meu signo.
Rerere.
Assim talvez eu durma sossegado.
Talvez...
Desejo que sejas feliz.
Desejo que tire muitas outras fotos lindas.
Desejo não atrapalhar se não puder ajudar, somar algo de bom, anexar positivo.
Deixar que eu também apareça numa das suas fotos.
Não que eu seja necessariamente um positivo.
Posso ser. 

Primariamente somos egoístas.
Desejamos o próprio bem...
Eu desejo o seu coração.
Um pedaço dele.
Onde armo minha cabana e de onde sairei apenas se me arrancarem.
(...)
Nem pude te conhecer quando você nasceu?
É que deu vontade de ter te conhecido há mais tempo.
Ao mesmo tempo é como se, de fato, te conhecesse.
Então o tempo dirá se estou certo.
O seu coração saberá.
A sua razão compreenderá.
Meu olhos continuarão falando. Para que minha boca não fale algo que te chateie.
Então meçamos nossas palavras, que os dias passarão mais suavemente?
Você não é fácil de esquecer.
A vida não acaba nos 30.
Sonhos novos vêm, mas os velhos sempre voltam.
Vejo qualidades onde não estou.
E sinto coisas que nem sabia que eu poderia sentir.
Mas só o passar de alguns dias, saberei se estou certo.
Saberei admitir se estivesse errado.
Não quero provar nada.
Apenas viver, viver conforme ou quase conforme uma louca me contou.
Porque ler de minha mão é dose!
Durma lindinha.
Quem sabe um dia regerei o seu sono..."
A. M.

Creio que isto é um exemplo de palavra de afirmação, a primeira linguagem do amor.
Detalhe: pela primeira vez eu fiquei sem fala...(risos) 

Inté mais ler! (suspiros)
Anne Araújo



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