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quarta-feira, junho 17, 2009

SOAR - Tony Portigliatti.

Foto de Sílvio Zamboni

SOAR - Ferramenta de Desenvolvimento Humano.


Dizem que 90% dos fracassos profissionais na América Latina não é falta de capacidade. E sim por conflito pessoal.
E 36% do seu tempo é gasto, lidando com conflitos.


Mini Max

Minimizar os prontos fracos(fragilidades) e maximizar os fortes.

Perfis de Personalidade


Dominante (colérico)

Extrovertido (emotivo)

Paciente (fleumático)

Analítico (melancólico)





Dominante

  • Direcionado para resultados;
  • Fica entediado facilmente;
  • Gosta de desafios e mudanças;
  • Sua avaliação é baseada nas realizações
  • Gosta de respostas diretas;
  • Detesta indecisões;
  • Possui auto-confiança elevada;
  • Detesta indecisões;
  • Gosta de arriscar;
  • Possui alta expectativa em relação aos outros e a ele próprio;
  • É rápido e impaciente;
  • Pode ser enfático e exigente.

Paciente

  • Gosta de eficiência e planejamento;
  • É tendencioso a relacionamentos profundos;
  • Não gosta de conflitos, é um pacificador;
  • É um bom ouvinte;
  • Gosta de ambiente de paz e harmonia;
  • Busca a lealdade;
  • É metódico;
  • Importa-se com a equipe.

·

Extrovertido

  • Direcionado para pessoas;
  • Prefere liberdade a detalhes e controles;
  • Usa bem a intuição;
  • É simpático;
  • É confiável;
  • Usa bem a linguagem verbal;
  • É persuasivo e carismático;
  • Age por impulso e emoções;
  • É amigo;
  • É auto-confiante e se auto-promove;
  • É entusiástica;
  • Encoraja as tomadas de decisões em equipe.

Analítico

· É organizado e voltado para o processo;

· Tende a ser perfeccionista;

· É sistemático nos relacionamentos;

· Valoriza a verdade e a precisão;

· Exige um alto padrão dos outros e de si mesmo;

· Tem a tendência a se preocupar;

· Quer saber dos detalhes e fatos;

· Suas decisões são baseados na lógica;

· Não expressa sua opinião, a menos que tenha certeza.

Minha reflexão:

Através do estudo de Personalidade "SOAR" é possível entender a personalidade do ser humano através deste estudo. Logo em seguida é importante entender a "Teoria do Mini-Max e a "Regra de platina.". (Regra de Ouro : Trate às pessoas como você gostaria de ser tratado. Regra de Platina: Trate às pessoas da maneira que eles queiram ser tratados. )

Utilizando destas ferramentas é possível evitar alguns conflitos dentro da organização e entender que cada pessoa tem o seu temperamento, fragilidades e (este "defeito") não pode ser visto como um fator determinante, diminuindo assim às suas competências e qualidades.
Estamos falando de pessoas e não objeto que tem defeito e logo são descartados! Qual ser humano que não tem fragilidades?

Pois muito bem...

No congresso que assisti do T. Portigliatti ficou claro para mim erros que são cometidos antes do processo seleção e depois quando este colaborador faz parte do teu efetivo.

Se você observar, alguns profissionais ainda utilizam do método arcaicos e que não dizem muito na hora de uma entrevista. Como mensurar a personalidade? Ou como dizer: Ele (a) é competente nisto, mas o defeito dele...xiii (a). Como pode o "defeito" (fragilidades) ter um peso maior que às qualidades do candidato?
Isto me faz lembrar também do Claudemir que nos falou que admirava um brasileiro que é motivo de chacota nos jornais, tvs e programas de humor. O Rubinho Barrichello. O Claudemir me fez enxergar que para ser bom, não é necessário ganhar sempre. Será que se o Rubinho não fosse bom ele estaria anos na Ferrari (nem sei se ele ainda continua rs não acompanho a F1, já gostei mais...) ou será que a Ferrari o deixaria só pela cara bonitinha? ( ele tem? ) .
O Filipão teve inúmeras vitórias enquanto técnico, e apenas 3 derrotas, está desempregado. (Também não sei se continua, não acompanho futebol. Estou falando de dados que nos foi passado no congresso).
Ele teve apenas 3 derrotas e isto faz dele o pior?
Este é o defeito dele?
Me preocupa às vezes ver determinadas situações ou já ter passado por algumas nada agradáveis e perceber que administrar, gerir pessoas não é tão simples e fácil. Cada vez mais fica claro pra mim que não quero administrar.
Me sensibilizo muito com injustiças e fico com o estômago embrulhado quando não posso fazer nada. Fico revoltada com decisões que vai contra o que eu penso que é o "correto".
Me desgato!
E quero viver um bocadinho e continuar com a minha carinha linda de menina de 17 e com 31 anos de idade, sem rugas e aparentemente feliz da vida. (Não dá pra ser feliz sempre! )
E mesmo sabendo que à vida é injusta, ainda me revolto.

Enfim...

Me sinto exauta. Aprender teorias para quê? (Ficar frustrada com o curso?) sei não...

Até mais ler!

Anne Karine

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